“Eu não toquei naquela moto”, diz Kátia Vargas, ao afirmar que tentou ultrapassagem

Em depoimento à juíza Gelzi Souza, a médica Kátia Vargas confirmou que o condutor da moto, Emanuel, que levava a irmã Emanuelle, gesticulou quando ela estava parada no sinal, mas não sabia do que se tratava. O julgamento da médica ocorre no Fórum Ruy Barbosa, em Salvador, nesta quarta-feira (6).

A médica também explicou o que aconteceu em seguida: “ele estava na frente e eu atrás. Eu dei sinal de luz para ultrapassar e ele não saiu. Então, eu fiz menção de ultrapassar pela direita. Ele também fez menção de ir para a direita. Então eu voltei pela esquerda e ultrapassei. Não bati no fundo, na frente, nem no lado. Quando eu ultrapassei pela esquerda e voltei para a pista eu perdi o controle do carro. Depois não lembro de muita coisa”.

“Eu acelerei o carro para ultrapassar a moto, não para alcançar a moto”, disse a médica, que prosseguiu seu depoimento: “Quero dizer que em momento algum eu tive a menor intenção de causar nenhum acidente naquele dia. Eu não toquei naquela moto. Eu ultrapassei aquela moto completamente”

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