‘O torcedor não vai ver um time covarde na minha mão’, diz Mancini

Desde que Vagner Mancini assumiu o comando do Vitória, o desempenho do Leão mudou da água para o vinho. Em seis partidas no Campeonato Brasileiro, o rubro-negro empatou uma, perdeu outra e conquistou quatro triunfos, dois deles nas duas últimas rodadas, ambas fora de casa.

 

Embalado, o Vitória tem agora uma sequência de dois jogos em casa, o primeiro no domingo (10), às 16h, contra o Fluminense. Com desempenho melhor atuando fora do que em casa, uma dúvida persiste: como o Leão deve atuar em seus domínios?

Patric será titular contra o Fluminense, no Barradão (Mauricia da Matta / ECVitória)

O time precisa partir para cima e sufocar o adversário desde os primeiros minutos ou manter a estratégia que vem dando certo e jogar explorando o contra-ataque? Como quem dita as regras é o técnico Vagner Mancini, ele garante que o torcedor não vai ver um time covarde contra o tricolor carioca e afirma que colocará em campo uma equipe equilibrada.

 

“Não é o momento de mudar. O que vem dando certo no futebol você tem que manter. O time conquistou pontos no campeonato jogando dessa forma e não há razões para mudar”, afirmou Mancini, lembrando a postura do time em casa nos jogos sob o seu comando.

 

“No jogo contra a Ponte Preta (3×1) e mesmo no jogo contra o Avaí (0x1), que a gente foi derrotado aqui dentro, o time não jogou lá atrás. E não vai jogar lá atrás porque o fato de jogar no Barradão faz com que você tenha que se impor perante os adversários. O torcedor pode ficar sossegado porque ele vai ver um Vitória como sempre viu, intenso desde o início, mas que, sem a bola, passa a ser um time marcador, como o futebol exige”, continuou.

 

Mudanças

No reencontro com o torcedor, o Vitória terá duas mudanças. Suspensos, Ramon e Yago dão lugar a Fillipe Soutto e Patric, respectivamente, o que deixa o time mais ofensivo. No banco, as novidades serão as presenças de Cleiton Xavier e Kieza, que voltam a ser relacionados. Kieza se machucou no Ba-Vi do dia 2 de julho, quando caiu por cima do ombro, e precisou fazer cirurgia.

 

“A entrada do Patric faz o time ficar mais ofensivo porque Patric é um jogador de mais força e velocidade do que Yago, o que faz com a gente tenha um pouco mais de velocidade na frente. Muda um pouco as características, mas a entrada dos dois somadas deixa a equipe mais ofensiva sim”, explicou Mancini.

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